locker clique retire em estação do metrô do rio de janeiro

Como o uso dos smart lockers ajuda a automatizar a entrega de mercadorias nas smart cities.

Não faz tanto tempo assim – talvez menos de uma década – um amigo carioca visitou São Paulo e comentou com entusiasmo sobre os letreiros que, nas paradas de ônibus, informam com precisão o tempo de espera para os próximos veículos de cada linha. O Rio de Janeiro, à época, ainda não contava com corredores do BRT e com as tecnologias para monitoramento do trânsito e informação ao usuário. E tudo isso já existia desde a década 1970 em Curitiba. A capital paranaense foi destacada internacionalmente quando implantou o Bus Rapid Transit – o sistema brasileiro inclusive inspirou o de várias cidades no mundo.

É bom recordar esses fatos porque estamos falando de algo que é irreversível – o uso da tecnologia para melhorar a vida. O BRT – que hoje conhecemos tão bem – é como uma veia no organismo de uma smart city. Quase sempre uma tecnologia induz o desenvolvimento de outras. E as cidades inteligentes são a combinação e a integração de tecnologias.

Quando falamos em smart cities nos referimos a áreas urbanas interconectadas, com vários sensores e outros dispositivos que coletam dados, e sistemas que combinam e analisam esses dados para subsidiar soluções urbanas das mais diversas.

logistica verde nas smart cities clique retire
Créditos: Denys Nevozhai

De modo geral, as tecnologias partem de: 

  • Conexão 5G – a conectividade é a base para as cidades inteligentes e o 5G hoje é o que, além de conectar, garante velocidade na transmissão de dados;
  • Internet das coisas – tudo o que usamos deve ser capaz de captar e transmitir informações;
  • Cloud e edge computing – com tanta informação produzida, é importante ter uma infraestrutura de armazenamento e processamento;
  • Analytics – para a informação ser útil, precisamos dos sistemas que fazem cruzamentos de dados, análises, diagnósticos;
  • Inteligência artificial e robótica – depois da análise, vamos ter também automatizada a tomada de decisão e a capacidade de gerar ações e respostas;
  • Blockchain – é o que garante a segurança no compartilhamento e armazenamento dos dados.

As soluções, por sua vez, atendem desde questões econômicas até as de saúde, passando pela preservação ambiental, pela proteção social, pela garantia de direitos básicos, pela promoção cultural. Nesses tempos de pandemia, tivemos, por exemplo, o mapeamento georreferenciado para o monitoramento da Covid-19.

Mobilidade urbana

Um dos principais focos para o desenvolvimento das smart cities tem sido a mobilidade. Isso foi apontado no relatório Mobility Innovations for Smarter Cities divulgado pela Lux Research. O estudo se propõe a explorar as tecnologias mais relevantes com probabilidade de impactar o futuro da mobilidade urbana e seus efeitos sobre as pessoas, o comércio e a infraestrutura.

“Empresas e municípios estão forçados a explorar tecnologias inovadoras e econômicas que gerenciam melhor o transporte de pessoas e de mercadorias, melhorando a segurança, reduzindo o congestionamento e as emissões dos veículos”. 

Explica o pesquisador Chad Goldberg, autor do relatório.
transporte de produtos nas smart cities via smart lockers
Retirada de produtos em smart lockers Clique Retire no Metrô Rio. Créditos: Juliana Ramos.

O relatório destaca como três pilares da inovação em mobilidade urbana: mover pessoas por meio de transporte público; automatizar a entrega de mercadorias; e criar a infraestrutura certa com base em tecnologias que permitem soluções digitais. Com relação ao segundo pilar, temos inovações já em franca expansão e uma delas, sem dúvida, são os e-Boxes – também conhecidos como smart lockers ou armários inteligentes -, que otimizam deslocamentos, favorecem o trânsito e reduzem emissões de poluentes. Integram-se a tecnologias de rastreamento e de comunicação digital, assim como a sistemas de pagamento eletrônico. Encaixam-se, portanto, perfeitamente no panorama de cidades conectadas, com menor fluxo de veículos e menor trânsito, menos poluídas e mais organizadas. São novas veias pulsantes no organismo das smart cities.

Autor: Ernesto Barbosa – Executivo de marketing e vendas na Clique Retire.

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